Testosterona feminina: o hormônio ‘esquecido’ que influencia energia, libido e equilíbrio físico

Quando se fala de hormônios femininos, a conversa costuma girar em torno de estrogênio e progesterona. Mas existe um terceiro elemento decisivo para o bem-estar da mulher: a testosterona.

Apesar da fama de hormônio masculino, a testosterona também exerce papel central na saúde da mulher. É ela que conversa com a energia, com o desejo sexual, com a capacidade de ganhar massa muscular e até com a estabilidade do humor. Quando seus níveis caem, o corpo sente. E é justamente esse impacto que tem levado muitas mulheres a buscarem respostas.

Quando a reposição começa a fazer sentido

O tema é tão necessário que convidamos para a bancada do episódio 018 do Doc no Pod, o Doc e Professor Wilmar Accursio. Na entrevista, ele explica por que esse hormônio é tão importante e esclarece os principais mitos que ainda cercam o tema.

O ponto de partida é sempre o sintoma. Cansaço persistente, queda marcada da libido, dificuldade para manter a composição corporal e sensação de perda de vitalidade podem sinalizar desequilíbrios que merecem investigação. A reposição não se baseia em promessas genéricas. Ela se baseia em necessidade clínica.

Em alguns casos, especialmente após os 40 anos ou na transição para a menopausa, a queda hormonal se torna mais evidente. Nesses cenários, a avaliação médica pode apontar a reposição como estratégia para recuperar qualidade de vida. Não se trata de transformar o corpo e sim de devolver ao organismo aquilo que ele já produziu em níveis mais estáveis no passado.

Quem realmente se beneficia

É válido reforçar toda mulher deve buscar ajuda especializada para saber se precisa de reposição hormonal, e podem se beneficiar muito quando há indicação clara. São pacientes com sintomas compatíveis, exames bem avaliados e um histórico clínico que sustenta essa decisão. Mas, ele enfatiza que a reposição é individualizada. Não segue modismo e não é uma solução pronta para todas.

Por que fazer por conta própria é arriscado

Reposição hormonal exige precisão. Dose, forma de administração e acompanhamento fazem toda a diferença entre benefício e risco. O uso desorientado pode gerar efeitos adversos, desde alterações indesejadas na pele e no ciclo até problemas mais sérios no metabolismo e no sistema cardiovascular.

O risco não está no hormônio em si, mas no uso sem critério. Quando conduzida por um médico experiente, com acompanhamento constante e parâmetros claros, a reposição tende a ser segura. Quando feita sem orientação, abre portas para complicações desnecessárias.

Como manter os níveis em equilíbrio com segurança

O tratamento começa no consultório, mas os pilares do equilíbrio hormonal vão além da prescrição. Sono adequado, treino estruturado, alimentação consistente e manejo do estresse ajudam o organismo a trabalhar a favor do tratamento. A reposição, quando indicada, entra como ajuste fino. Não como solução mágica.

O que avaliar antes de decidir

Se você sente perda de energia, queda de desejo sexual ou dificuldade para ganhar massa muscular, esse é um sinal para investigar, não para se automedicar. O mais importante é conversar com seu médico e entender se a reposição é uma opção real para o seu caso. O episódio traz o passo a passo dessa decisão e mostra como separar mitos de evidências.

O tema gera dúvidas porque mexe com expectativas e resultados que muitas mulheres buscam há anos. O episódio com o Doc Wilmar Accursio traz clareza e está imperdível. Nem tudo é para todas, mas quando há indicação correta, a reposição pode mudar a relação da mulher com o próprio corpo e devolver vitalidade de forma responsável. Confira:

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