Altos e baixos
Conviver com o transtorno bipolar é uma jornada cheia de altos e baixos — literalmente. Mas com tratamento, há vida plena e possível.
Imagine acordar um dia com uma energia insaciável, ideias borbulhando e sensação de poder fazer qualquer coisa. No outro, sentir-se incapaz de sair da cama, como se o mundo tivesse perdido a cor. Essa é a realidade de milhões de pessoas que vivem com o transtorno bipolar.
“Eu não sou meu transtorno”
Essa frase, dita por muitos pacientes, resume bem a luta: separar a identidade da condição. O diagnóstico não define quem a pessoa é, mas sim o que ela enfrenta.
Alguns depoimentos frequentes de quem vive com o transtorno:
- “Na fase maníaca, parecia que eu era um gênio, dormia 3h por noite e fazia mil projetos.”
- “Na depressiva, eu queria desaparecer. Achava que era um peso pra todo mundo.”
- “Com o tratamento, hoje tenho estabilidade. Sei que preciso me cuidar, mas me sinto no controle.”
Tratamento é individual e contínuo.
O transtorno bipolar exige um plano de cuidado com medicação (como estabilizadores de humor e, às vezes, antipsicóticos), psicoterapia e monitoramento constante. Mudanças no estilo de vida, como boa alimentação, sono regulado e evitar álcool/drogas, também são fundamentais.
Estigma e apoio:
Infelizmente, o estigma ainda é uma das maiores barreiras. Por isso, escutar, acolher e oferecer suporte sem julgamento pode salvar vidas.
Viver com transtorno bipolar é possível. Com informação, empatia e tratamento, há luz em cada fase.
Temos um episódio incrível com a Dra Laura Rego sobre Transtorno Bipolar que vai esclarecer demais. Aproveite para seguir nosso canal (também estamos no Spotify, na Amazon Music e nas redes, confira:
IMPORTANTE: O conteúdo apresentado nos episódios do Doc No Pod tem caráter informativo e educativo. Não substitui uma consulta com profissionais de saúde. Em caso de sintomas, procure orientação médica presencial.










